Para quem não a conhece, a OPA é uma ONG, sediada em Uberlândia (MG), que estimula alternativas sustentáveis de preservação da natureza, através de projetos de educação ambiental, plantio e conservação do cerrado e sensibilização de todos em relação à causa socioambiental.
Neste ano, ela teve a felicidade de completar quatro anos de existência.
Durante esse período, ela firmou parcerias, atraiu voluntários e implementou projetos, sempre na tentativa de fazer a diferença.
E, com um clique, você confere esses resultados.
PROJETOS DO OPA .
Casa com aquecedor solar de baixo custaAtravés do Projeto Aquecedor Solar de Baixo Custo, aprovado em 2006, a OPA, a ONG Ação Moradia e o Instituto HSBC dão um passo à frente na educação ambiental associada à moradia possibilitando assim, um menor consumo de energia e um uso consciente dos recursos naturais, para a natureza.
Em 2007, 50 famílias do residencial Campo Alegre se beneficiarão de palestras, mini-cursos e atividades para que possam construir seu próprio aquecedor solar de baixo custo, possibilitando, para si, um menor consumo de energia e um uso consciente dos recursos naturais, para a natureza.
Figurando como exemplo de responsabilidade ambiental, a Sadia, empresa brasileira do setor alimentício, fechou parceria com a OPA para o projeto Atitude Sadia. Desde o ano passado, às margens do Rio Uberabinha, estão sendo realizadas atividades de plantio tradicional de espécies nativas do cerrado, aliadas a técnicas alternativas para a construção de um corredor ecológico, que permitirá a relocação e a conservação de organismos da fauna e flora locais. Em 2006, este projeto propiciou o plantio de 7.471 mudas, promovendo a restauração de uma área de aproximadamente nove hectares (o que corresponde a 90 mil metros quadrados), de propriedade da empresa. Além disso, foram realizadas ações de sensibilização envolvendo al unos de escolas públicas de Uberlândia, localizadas em torno da empresa. Entre os meses de outubro e dezembro, cinco escolas puderam participar do projeto. Cerca de 500 alunos da Escola Municipal Guarda Antônio Rodrigues Nascimento, da Escola Estadual Antônio Tomaz Rezende, da Escola Estadual Jerônimo Arantes, da Escola Municipal Afrânio Rodrigues da Cunha e do projeto social do SESI Gravatás plantaram mudas e se sensibilizaram perante a importância da conservação do cerrado e das margens do Rio Uberabinha. Assim, estimulando a interação entre a flora e a fauna local aliada à educação ambiental que a organização oferece, o que se vê é a sensibilização de um maior número de pessoas para a consciência ambiental da região. O projeto conta com uma equipe de profissionais especializados. Tem apoio da Universidade Federal de Uberlândia, através dos Institutos de Biologia, Geografia e de Ciências Agrárias, além dos voluntários e sócios da OPA, que são empenhados em contribuir para a qualidade desse projeto. Sob coordenação da gestora de projetos da OPA, Polyanna Duarte, o Atitude Sadia permite que os sócios da OPA contribuam de diversas formas com esse projeto, basta entrarem em contato com a organização e manifestar seu interesse.
O programa Florestas do Futuro é um programa criado e desenvolvido pela SOS Mata Atlântica, voltado ao reflorestamento e à recuperação de áreas com espécies nativas, preferencialmente as protegidas por lei, e que contribuem para a conservação da água e incremento da biodiversidade. Com a parceria da OPA e da Fundação Alair Martins, visa também apoiar ações sócio-ambientais e capacitação técnica por meio de atividades sustentáveis.
O programa tem a sua proposta centrada na possibilidade de “calcular” a eficiência de fixação de CO2 e estimar a quantidade de árvores necessárias para absorver a quantidade de CO2 emitida para a atmosfera por quem pretende aderir ao mesmo, seja pessoa física ou jurídica. Ou seja, para compensar a emissão de CO2, os participantes do projeto mensuram, aproximadamente, a quantidade mínima de árvores que devem ser plantadas para “neutralizá-la”, criando cotas a partir do custo unitário de plantio e manutenção, incluindo auditoria externa.
O Programa Florestas do Futuro pretende reunir a sociedade civil organizada, proprietários de áreas, iniciativa privada e o Poder Público em um programa participativo de reflorestamento, com acompanhamento e manutenção por cinco anos do plantio.
Até o momento, 13.340 mudas foram plantadas (inclusive na Fazenda Sucupira, em Uberlândia), a fim de reflorestar a área de transição do cerrado para a mata atlântica.
Para mais informações sobre o programa, visite o site: www.florestasdofuturo.org.br e confira, dentre outras coisas, como é simples calcular sua emissão anual de CO2.

A OPA, a RENCTAS – Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres e o Grupo Martins estão ligados por interesses técnicos, científicos, culturais e sociais. Os três têm em comum o desejo de expandir as bases da amizade e realizar uma troca de conceitos educacionais e de cooperação entre elas e as demais instituições do País e do exterior.
Diante disso, desde o mês de abril de 2006, as instituições firmam essa parceria cujo objetivo é sensibilizar as pessoas quanto ao uso dos recursos naturais de forma racional e equilibrada, além da conservação da biodiversidade.
Estima-se que 12.805.309 pessoas receberam de alguma forma (impressa e por vídeo) informações sobre a preservação da biodiversidade como resultado dessa parceria.
Projeto Frutificar: Semeando Esperança

“Semear esperança”. Esse é um dos objetivos do projeto Frutificar - Uma nova geração na preservação do cerrado, realizado pela ONG Ação Moradia, em parceria com a OPA e com o apoio do Instituto Alair Martins, através de recursos das empresas Martins e Tribanco.
Essa ação consiste em criar um viveiro para a produção de mudas do cerrado, por meio da Ação Moradia, que já desenvolve trabalhos de geração de renda para jovens com idades entre 14 e 21 anos.
E essa ação já começa a dar frutos: em um ano de atividade, o Frutificar produziu 26.262 mudas e vendeu 4.788 mudas de espécies nativas do cerrado. Além disso, capacitou 25 jovens para as atividades técnicas relacionadas ao viveiro e, ainda, convocou produtores rurais e órgãos oficiais para sugestões e críticas, além de auxiliá-los quando surgidos o interesse e a necessidade de reflorestar.
O que se observa, porém, é que a principal dificuldade em se produzir espécies nativas é a falta de orientação sobre sua capacidade de adaptação ao ambiente. Muitas vezes acontece dessas espécies serem colocadas em áreas impróprias, onde não suportariam a grande exposição ao sol ou não tolerariam inundações, por exemplo.
Para facilitar isso é que a OPA está como parceira no projeto. Com o conhecimento em educação ambiental que possui, a organização desenvolve a capacitação profissional desses jovens e seus familiares mais próximos, através de palestras, oficinas, entre outras atividades.
Outra participação da OPA nesse projeto aconteceu em agosto de 2006, no “Concurso de Desenhos de Espécies do Cerrado”, no qual a gestora de projetos, Polyanna Duarte, atuou como jurada. Cerca de 600 crianças demonstraram, por meio da arte, o seu carinho e atenção para com o meio-ambiente. Foram dez trabalhos selecionados, sendo que três receberam prêmios e o primeiro lugar foi escolhido para desenhar o guia com informações sobre as espécies produzidas no viveiro, já em fase de produção.
Além da OPA e da Ação Moradia (www.acaomoradia.org.br) o projeto conta também com a colaboração da Universidade Federal de Uberlândia – UFU, representado pelo Laboratório de Semetes e pelo Programa Tutorial da Agronomia (Pet-agro).
Projeto Jogo Limpo - Sua escola mais limpa... e linda!
Idealizado e realizado pelo sócio-voluntário Felipe Saldanha, com o apoio da OPA e do IAMAR – Instituto Alair Martins, esse projeto destina-se às crianças e aos pré-adolescentes estudantes de escolas públicas e tem a intenção de envolvê-los com a questão sócio-ambiental e fortalecer a idéia de parcerias entre as escolas, as instituições privadas, o terceiro setor e, sobretudo, a comunidade.
O projeto nasceu com o livro-gibi “A Turma dos 5 Jovens: Temos que Fazer Algo!”, criado por Felipe, e tomou força quando o jovem escritor decidiu ir além. “A idéia era distribuí-lo (o livro-gibi) para as escolas públicas da cidade, e, pronto. Mas seria o suficiente? Será que as crianças teriam acesso a esse material? Será que elas receberiam a orientação adequada para entender e fixar o conteúdo transmitido?”, conta o estudante.
O plantio de mudas é uma das atividadesAtualmente, o projeto atende 47 escolas estaduais de Uberlândia e várias atividades são realizadas a partir da leitura dos 4.500 exemplares distribuídos. Ao aproveitar a sucata para fabricar brinquedos originais ou ao aprender sobre a importância de não se jogar lixo no chão, professores e alunos disseminam o conhecimento ambiental e contribuem para a preservação do meio-ambiente na teoria e na prática.
Para mais informações, visite também o site:
www.opa.org.br/jogolimpo

Projeto Santa Luzia
Com esse projeto a OPA pretende resgatar a paisagem do cerrado uberlandense na área de recarga – toda área acima - da nascente do Córrego Lagoinha.A pressão exercida pelo desmatamento do que resta da Mata Ciliar - áreas naturais que margeiam rios e córregos - deve-se, principalmente, ao alto crescimento populacional, à industrialização e a expansãoda fronteira agrícola.
A nascente do Córrego Lagoinha em Uberlândia, encontram-se em um estado avançado de degradação, o que compromete a conservação dos recursos naturais e hídricos em toda a extensão.
No Córrego, a vegetação nativa será plantada junto com os pomares e hortas, dos moradores vizinhos, já existentes no local. Isso com o objetivo de estimular o envolvimento deles com reflorestamento da área. A população local será responsável pela continuidade do programa.
As atividades de restauração terão a colaboração do Instituto de Pesquisas Ecológicas – Ipê e será coordenado pela gestora de projetos da OPA, Polyanna Duarte.
Várias mudas de vegetação nativa foram doadas pelo Instituto Estadual de Florestas – IEF, para que as áreas degradadas sejam reflorestadas.
Projeto Trainee em Meio Ambiente - Fundação O Boticário de Proteção à Natureza.
Formar jovens conservacionistas na região do cerrado é objetivo desse projeto.
A OPA conquistou este ano a parceria com a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, entidade de reconhecimento nacional, para desenvolver o Programa Trainee em Meio Ambiente 2007, sendo que apenas 20 organizações no Brasil são contempladas com este projeto.
O programa é referência nacional na formação e capacitação de jovens profissionais para atuarem na área de meio-ambiente e tem como principal objetivo o desenvolvimento do setor conservacionista no Brasil. Durante este ano, a OPA irá desenvolver o projeto em parceria com a trainee selecionada, Helena Lemos dos Reis Magalhães, que receberá o suporte e o treinamento da Fundação O Boticário.
Resumo
O Brasil possui uma natureza rica em recursos humanos , mas o homem esta ultilizando estes recursos de forma desequilibrada.Foi com o objetivo de estimular a sensibilação e a educação o opa foi criado para prezar o equilibrio entre o homem ea preservação da natureza com usso racional destes recurso.Devemos proteger o planeta terra e as futuras gerações .

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